Sobre a temática da Filosofia na História, analise o texto a seguir:
Há, pois, uma inseparável conexão entre filosofia e história da filosofia. A filosofia é histórica, e sua história lhe pertence essencialmente. E, por outra parte, a história da filosofia não é uma mera informação erudita acerca das opiniões dos filósofos. Senão que é a exposição verdadeira do conteúdo real da filosofia. É, pois, com todo rigor, filosofia. A filosofia não se esgota em nenhum de seus sistemas, senão que consiste na história efetiva de todos eles.
MARIAS, Julián. Historia de la Filosofia. Madrid, 1956, p. 5.Assim, é CORRETO afirmar que, na tradição histórica da filosofia,
Sobre o Mito no mundo atual, considere o texto a seguir:
Os meios de comunicação (televisão, jornais, etc.) utilizam a palavra Mito com um significado diferente, quando se referem a artistas, que, num determinado momento, ganham destaque por causa de um filme ou música de sucesso. Mas, mesmo nesse caso, os “Mitos” do mundo artístico são assim chamados, porque atribuímos a eles qualidades que consideramos dignas de um deus.
(CHALITA, Gabriel. Vivendo a Filosofia. 2002, p. 23). Disponível em: www.4hd.com.brAssim, é CORRETO afirmar que no mundo atual
Silogismo, palavra de origem grega "syllogismos", que significa "conclusão" ou "inferência", é um tipo de argumento lógico que aplica o raciocínio dedutivo para extrair uma conclusão de duas ou mais proposições, que se supõe verdadeiras. Na filosofia, o silogismo é uma doutrina pertencente à Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.), o qual utilizou esse método nos estudos da argumentação lógica. A teoria do silogismo foi apresentada por ele na sua obra “Primeiros Analíticos”.
Devemos ter em conta que existem algumas regras para a construção do silogismo categórico, ou seja, para que eles sejam válidos e não caiam no problema da falácia.
Exemplo
Nenhum astro é perecível.
Todas as estrelas são astros.
Logo, nenhuma estrela é perecível.
Assim, de acordo com as regras do silogismo, no exemplo anterior temos:
Analise a imagem a seguir e leia o texto que a segue para responder à questão.
“Como desejasse dedicar-me unicamente à pesquisa da verdade, achei melhor [...] rejeitar como absolutamente falso tudo aquilo em que pudesse imaginar a menor dúvida, e isso para verificar se restaria, depois, alguma coisa em minha crença que fosse inteiramente indubitável. Assim, sabendo que os nossos sentidos às vezes nos enganam, quis supor que não havia nada que correspondesse exatamente ao que nos fazem imaginar. Assim [...] repeli como falsas todas as razões que antes tomara por demonstrações. [...] Mas, logo depois, observei que, enquanto pretendia assim considerar como falso, era forçoso que eu, ao pensar, fosse alguma coisa. Notei, então, que a verdade penso, logo existo era tão sólida e tão certa que nem mesmo as mais extravagantes suposições dos céticos poderiam abalá-la”.
Fonte: DESCARTES, René. Discurso do método. São Paulo: Atena, s/d. p. 41-42.Descartes dedicou-se a encontrar uma forma de conhecer e compreender o mundo em seu entorno.
Assim, a partir do texto, identifique o método adotado e proposto por ele:
O iluminismo foi um movimento cujo principal objetivo era o deslocamento do homem do seu lugar de uma suposta ignorância, a partir do emprego da ciência e da racionalidade para a explicação das relações entre a natureza, a vida e a sociedade.
Assim, a ilustração, movimento ocorrido durante o século XVIII, trouxe uma nova forma de pensar, em que a razão aliada à ciência passam a ser os instrumentos de elucidação da vida. Dentre os grandes iluministas pode-se destacar René Descartes, o qual desenvolveu o método matemático que leva seu nome, mas também criou um ponto de vista sobre o mundo. Desta forma desenvolvemos o pensamento moderno sobre o homem e a natureza, em que estes aparecem:
Considere a imagem a seguir:
Em “Filosofia – experiência do pensamento”, Sílvio Gallo escreve que, “no século XX, a humanidade passou a se preocupar cada vez mais com a preservação dos recursos naturais e as questões ambientais em geral. Segundo o filósofo Bruno Latour, um problema ecológico é um híbrido, pois não envolve apenas uma ciência ou um conjunto de ciências; tem também um aspecto político. Por essa razão, Latour fala em ‘políticas da natureza’: já não basta produzir uma ciência, um conhecimento da natureza, é necessário também construir ações políticas na relação entre o ser humano e a natureza. Um terceiro elemento deve ser acrescentado: uma ética ambiental.”
Fonte: GALLO, Sílvio. Filosofia – experiência do pensamento. São Paulo: Spicione, 2003. p. 283.Essa proposta contemporânea de uma ética ambiental remete ao entendimento de que há valores e princípios fundamentais que envolvem todos os povos do planeta.
Assim sendo, é de suma importância que:
Considere que:
- a sentença “Nenhum A é B” é equivalente a “Todo A é não B”;
- a negação da sentença “Todo A é B” é “Algum A é não B”;
-a negação da sentença “Algum A é B” é “Todo A é não B”.
Assim sendo, a negação da sentença “Nenhum nefelibata é pragmático” é
Se a escola é o lugar da construção da autonomia e da cidadania, a avaliação dos processos, sejam eles das aprendizagens, da dinâmica escolar ou da própria instituição, não deve ficar sob a responsabilidade apenas de um ou de outro profissional, é uma responsabilidade tanto da coletividade, como de cada um, em particular.
Assim podemos considerar que:
As sucessivas transformações espaciais engendradas pela reprodução do capital e pela ação humana que ocorrem em escala planetária, a partir das determinações econômicas do modo de produção capitalista, em suas manifestações críticas e contraditórias, mediadas pela generalização do mercado e da propriedade privada, podem ser adequadamente compreendidas sob a perspectiva da
Leia o texto a seguir.
O modo de comportamento perceptivo, através do qual se prepara o esquecer e o rápido recordar da música de massas, é a desconcentração. Se os produtos normalizados e irremediavelmente semelhantes entre si, exceto certas particularidades surpreendentes, não permitem uma audição concentrada, sem se tornarem insuportáveis para os ouvintes, estes, por sua vez, já não são absolutamente capazes de uma audição concentrada. Não conseguem manter a tensão de uma concentração atenta, e por isso se entregam resignadamente àquilo que acontece e flui acima deles, e com o qual fazem amizade somente porque já o ouvem sem atenção excessiva.
(ADORNO, T. W. O fetichismo na música e a regressão da audição. In: Adorno et all. Textos escolhidos. São Paulo: Abril Cultural, 1978, p.190. Coleção Os Pensadores.)As redes sociais têm divulgado músicas de fácil memorização e com forte apelo à cultura de massa. A respeito do tema da regressão da audição na Indústria Cultural e da relação entre arte e sociedade em Adorno,assinale a alternativa correta.