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LiteraturaFDSM2017

Sobre Macabea, personagem principal do Livro A hora da estrela de Clarice Lispector, só não podemos afirmar que:

LiteraturaUPF2012

Sobre Libertinagem, de Manuel Bandeira, é correto afirmar:

LiteraturaFACASPER2012

Sobre Laços de família, de Clarice Lispector, é correto afirmar que:

LiteraturaFACASPER2012

Sobre Laços de família, de Clarice Lispector, é correto afirmar que:

LiteraturaFACASPER2011

Sobre Laços de família, de Clarice Lispector, é correto afirmar que:

LiteraturaFACASPER2013

Sobre Jogo de cena, de Eduardo Coutinho, é correto afirmar que o filme discute:

LiteraturaFDSM2018

Sobre João Cabral de Melo Neto pode-se afirmar

LiteraturaUNIFOR2020

Isidoro da flauta é, por acaso, preto. Fino; música é com ele; Isidoro flauteia a vida inteira; seu canto menor aplaca por instantes ódio, inveja, libidinagem, alguns trovões. Que idade tem Isidoro? É intemporal, como tantos da sua resistente raça. Não pacifista, antes pacífico.

MENDES, Murilo. A idade do serrote. São Paulo: Companhia das Letras, 2018

Murilo Mendes, em seu livro de memórias, apresenta um acervo afetivo de pessoas. Nesse fragmento, o autor mineiro dá a conhecer Isidoro da flauta.

Sobre Isidoro, pode-se concluir que

LiteraturaUCPEL2010

Sobre Francisco Lobo da Costa e sua obra, analise as afirmações seguintes como FALSAS (F) ou VERDADEIRAS (V). I. Apesar de sua evolução poética, Lobo da Costa jamais se libertou integralmente do formalismo parnasiano, o que o impossibilitou de alcançar o grande público. II. O poeta, descrente da vida, incapaz de superar as adversidades, conta, em sua poesia lírico-amorosa, seus sentimentos e seus sonhos frustrados. III. Francisco Lobo da Costa, em sua obra, sintetizou as diversas facetas do nosso cotidiano, combatendo os exageros dos românticos. A opção correta é

LiteraturaUFAL2013

Graciliano Ramos inicia Memórias do cárcere com o seguinte trecho:

“Resolvo-me a contar, depois de muita hesitação, casos passados há dez anos – e, antes de começar, digo os motivos porque silenciei e porque me decido. Não conservo notas: algumas que tomei foram inutilizadas, e assim, com o decorrer do tempo, ia-me parecendo cada vez mais difícil, quase impossível, redigir esta narrativa. Não vai aqui falsa modéstia, como adiante se verá. Também me afligiu a ideia de jogar no papel criaturas vivas, sem disfarces, com os nomes que têm no registro civil. Repugnava-me deformá-las, dar-lhes pseudônimo, fazer do livro uma espécie de romance. Mas teria eu o direito de utilizá-las em história presumivelmente verdadeira? Que diriam elas se se vissem impressas, realizando atos esquecidos, repetindo palavras contestáveis e obliteradas?”

RAMOS, Graciliano. Memórias do cárcere. Vol. I. 21. ed. Rio de Janeiro: Record, 1986, p. 33.

Sobre este livro, é correto concluir: