AprendiAprendi
LiteraturaUVA2019

Há um exemplo de sinonimia em:

LiteraturaUVA2021

Há um exemplo de dígrafo em:

LiteraturaUnirG2021

Há um exemplo da figura de linguagem denominada APÓSTROFE no seguinte trecho de uma canção brasileira:

LiteraturaPUC-SP2010

Há no romance Vidas Secas, de GracilianoRamos, um aspecto crítico que pretende aproximar o humano dos animais e vice-versa, dentro de um processo de zoomorfização do humano e antropomorfização do animal. Assim, diante disso, e considerando o contexto da obra, é possível verificar que

LiteraturaPUC-Campinas2012

Ia devagar porque estava matutando. Era a esperança dum turumbamba macota, em que ele desse uns socos formidáveis nas fuças dos polícias. Não teria raiva especial dos polícias, era apenas a ressonância vaga daquele dia. Com seus vinte anos fáceis, o 35 sabia, mais da leitura dos jornais que de experiência, que o proletariado era uma classe oprimida. E os jornais tinham anunciado que se esperava grandes "motins" do Primeiro de Maio, em Paris, em Cuba, no Chile, em Madri. O 35 apressou a navalha de puro amor. Era em Madri, no Chile que ele não tinha bem lembrança se ficava na América mesmo, era a gente dele ... Uma piedade, um beijo lhe saía do corpo todo, feito proteção sadia de macho, ia parar em terras não sabidas, mas era a gente dele, defender, combater, vencer...Comunismo! .... Sim, talvez fosse isso. Mas o 35 não sabia bem direito, ficava atordoado com as notícias, os jornais falavam tanta coisa, faziam tamanha mistura de Rússia, só sublime ou só horrenda, e o 35 infantil estava por demais machucado pela experiência pra não desconfiar, o 35 desconfiava. Preferia o turumbamba porque não tinha medo de ninguém, nem do Carnera, ah, um soco bem nas fuças dum polícia ... A navalha apressou o passo outra vez. Mas de repente o 35 não imaginou mais em nada por causa daquele bigodinho de cinema que era a milhor preciosidade de todo o seu ser. Lembrou aquela moça do apartamento, é verdade, nunca mais tinha passado lá pra ver se ela queria outra vez, safada! Riu.

(Mário de Andrade. Primeiro de Maio. Contos novos. 10.ed. São Paulo: Martins / Belo Horizonte: Itatiaia, 1980. p. 36)

Há nesse trecho elementos suficientes para que se possa afirmar, a partir do que vai remoendo a personagem identificada como “o 35”, que Mário de Andrade dá voz

LiteraturaUNEMAT2009

Há cem anos, a literatura brasileira perdia umgrande escritor e, ao mesmo tempo, recebia outro, que mais tarde viria a ser uma das expressões mais ilustres da nossa literatura. Esses escritores são:

LiteraturaUNEMAT2014

Texto base:

O CAVALO QUE BEBIA CERVEJA

“[...] Seo Priscílio apareceu, falou com seo Giovânio: se que estórias seriam aquelas, de um cavalo beber cerveja? Apurava com ele, apertava. Seo Giovânio permanecia muito cansado, sacudia devagar a cabeça, fungando o escorrido do nariz, até o toco do charuto; mas não fez mau rosto ao outro. Passou muito a mão na testa: - “Lei, quer ver?” Saiu, para surgir com um cesto com as garrafas cheias, e uma gamela, nela despejou tudo, às espumas. Me mandou buscar o cavalo: o alazão canela-clara, bela face. O qual – era de se dar a fé? – Já avançou, avispado, de atreitas orelhas, arredondando as ventas, se lambendo: e grosso bebeu o rumor daquilo, gostado, até o fundo; a gente vendo que ele já era manhudo, cevado naquilo! Quando era que tinha sido ensinado, possível? Pois, o cavalo ainda queria mais e mais cerveja. Seo Priscílio se vexava, no que agradeceu e se foi. Meu patrão assoviou de esguicho, olhou para mim: - “Irivalíni, que estes tempos vão cambiando mal. Não laxa as armas!” Aproveitei. Sorri de que ele tivesse as todas manhas e patranhas. Mesmo assim, meio me desgostava”.

(ROSA, João Guimarães. O cavalo que bebia cerveja”. In:___________. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p. 145).

Guimarães Rosa, na sua obra, revela a necessidade de revitalizar o homem, por meio de uma estrutura linguística autêntica, promovendo, sobretudo, uma revolução instrumental: a revolução estilística. Esse é um ponto de vista apontado pelos críticos Afrânio Coutinho e Eduardo Coutinho, no livro A Literatura no Brasil, volume 4, publicado pela editora de São Paulo em 2004. Nessa perspectiva, marque a alternativa que identifica, nos dois trechos, essa revolução estilística, pela desconstrução da linguagem no conto “O cavalo que bebia cerveja”:

LiteraturaUCS2014

Guimarães Rosa e Clarice Lispector representam duas vertentes literárias diferentes da ficção brasileira do século XX. No entanto, seus estilos possuem pelo menos um traço em comum, que é

LiteraturaCESMAC2019

Graciliano Ramos versou em sua obra literária sobre vários temas. Um deles, diz respeito especificamente às perseguições políticas que ele e muitos dos seus contemporâneos sofreram durante os anos em que Getúlio Vargas governou o Brasil pela primeira vez: 1930-1945. Em qual obra Graciliano declina sobre esse período da vida brasileira?

LiteraturaCESGRANRIO2014

Embora não me restasse ilusão, a franqueza nua

abalou-me: sem papas na língua, suprimiam-nos de

chofre qualquer direito e anunciavam friamente o desígnio

de matar-nos. Singular. Constituíamos uma sociedade

numerosa, e não tínhamos nenhum direito,

nem ao menos o direito de viver. Esquisita afirmação.

Várias pessoas estavam ali sem processo, algumas

deviam quebrar a cabeça e indagar porque as tratavam

daquele jeito; não havia julgamento e expunham

claro o desejo de assassiná-las.

RAMOS, G. Memórias do cárcere. 9. ed. Rio de Janeiro: Record e São Paulo: Martins. v. 2, 1976. p. 65. Fragmento.

Graciliano Ramos foi um dos grandes escritores brasileiros do início do século XX e abordou, em sua obra, questões profundas da sociedade brasileira. Pela leitura do Texto II, constata-se que o autor